Galerinha,
Sobre as avaliações dos livros que conversamos em sala.
São duas atividades avaliativas (leiam com atenção)
8F1
1- Prazo máximo dia 22/04 (atividade em grupo)
Vocês devem apresentar nesse dia um das opções abaixo:
Representação teatral de uma cena ou cenas contemplando o livro. (duração de 10 minutos)
Para isso, vocês precisam definir funções, ou seja, precisam de um diretor, de atores, de quem cuide do som, dos slides, da maquiagem e do figurino, todos devem ter uma função específica.
Lembram do teatro do Chapeuzinho vermelho e das mil e uma noites? Mesmo formato! Tá facil!
Apresentação: Nesse caso vocês podem apresentar um power point ou similar para ser explicado para a turma, o prazo é de aproximadamente 5 entre 10 miutos. Sejam claros e objetivos, escolham quem vai apresentar, quem vai fazer os slides, se quiserem podem inserir música de fundo e pequenos vídeos de 1 ou 2 minutos para representar os personagens, ou um bate papo informal sobre o livro tipo aqueles vídeos de youtube das pessoas comentando o livro, imagens ou fotos também caracterizando, tragam informações sobre o livro, o autor e personagens, lembrando que vocês sabem apresentar recomendar o livro pois fizemos isso em sala. Tragam em pen drive.
Vídeos - O vídeo deverá estar em pen drive e deve ser o máximo auto explicativo com abertura legendas com o nome dos participantes e suas funções, vocÊs podem representar no vídeo ou ensaiar um bate papo informal entre vocês, ou ainda naquele estilo youtube de comentar os livros. Dei algumas ideias na sala paa vocês.
A ordem da apresentação é: representação, apresentação e vídeo. O vídeo obrigatoriamente deve estar em pen drive pois precisarei levar caso não haja tempo para exibição na sala.
O prazo final da leitura do s livros ficou dia 15/04.
Lembrem-se que a atividade vale nota, e que já fizemos: leitura em sala, atividade do blog, cartazes e exercícios do blog que devem estar no caderno de vocês, não em folha separada e nem mesmo me entregar. Pois passarei para ver se fizeram. Quem postou no blog não precisa pois tenho registrado tudo isso lá. Agora quem deixou de fazer alguma atividade deve começar a fazer antes da nota.
As datas:
8F1 apresentação dia 22/04
2 - Atividade do livro (individual)
Os livros:
O Cavaleiro das palavras
O sol é testemunha
Perseguição
Todos os livros possuem uma ficha de leitura que vocês devem preencher e entregar individualemnte para o professor até o dia 22/04
Agora vamos as perguntas:
Professor eu não tenho o livro?
Deveria ter, pois como você vai fazer o primeiro trabalho lá acima?
Caso não tenhas, estás em um grupo, tire cópia do seu colega das perguntas e preenchas as respostas individualmente será dado nota zero para quem colar.
Professor, não vi a postagem sobre essa atividade no blog e no Unimestre pois não tenho acesso.
Já deu tempo, um trimestre inteiro para isso, mesmo assim ainda tens o teu colega do grupo para te dar essa informação e ainda tirar as dúvidas comigo na sala, no corredor, ou ainda via faceboke ou em qualquer momento antes da entrega da avaliação.
Cada um deve entregar um trabalho manuscrito e não digitado, por isso, se não tiver o caderno de perguntas e repostas, ou seja, o questionário no livro que você comprou ou pediu emprestado, tire cópia dele em branco do seu colega e depois responda de forma manuscrita.
Prazo de entrega dia 22/04 (individual)
Tudo explicado, como sempre, espero vocês em sala.
terça-feira, 14 de abril de 2015
domingo, 5 de abril de 2015
Fuga ao redor do quarteirão - Passeando entre os gêneros reportagens e letras de música.
Você vai ler duas reportagens do suplemento semanal Folhateen, do jornal Folha de São Paulo, além de letras de músicas que abordam determinados assuntos, Quais os temas abordados neles? Você eve ler esses textos, reponder no seu caderno e levar para discutir em sala. São Paulo, segunda-feira, 28 de março de 2005 |
| Texto Anterior | Próximo Texto | Índice FAMÍLIA Fugir de casa é uma idéia que passa pela cabeça de muitos adolescentes quando as obrigações familiares pesam; conheça a experiência de alguns jovens que quebraram a cara na aventura Fuga ao redorALESSANDRA KORMANN DA REPORTAGEM LOCAL "Dezessete anos e fugiu de casa às 7h da manhã do dia errado..." A história da música "Natasha", do Capital Inicial, que conta as aventuras da garota que "deixou para trás os pais e o namorado", poderia ser a trilha perfeita para milhares de adolescentes que desaparecem de casa todos os anos. Da mesma forma que na canção, normalmente eles também dançam. A desilusão é quase imediata e a maioria acaba voltando para casa. Foi o caso de Renata (nome fictício), 14, que mora em uma pequena cidade de Minas Gerais. No ano passado, com 13 anos, ela saiu de casa no meio da noite com mais duas amigas de 15 anos e pegou um ônibus para o Rio de Janeiro. "Eu estava cansada da rotina, da minha mãe me prendendo." Ao sair, deixou um bilhete dizendo que não ia mais voltar. "Fomos com pouco dinheiro, não nos importávamos de passar fome. A gente queria chegar em uma cidade de praia e viver lá", conta. No entanto, a viagem acabou antes mesmo de começar: seus pais rapidamente acionaram a polícia, que parou o ônibus no Estado do Rio. Depois de algumas horas, os pais das garotas foram buscá-las. A vontade de viver um "amor proibido" levou Gabriella Schiavinato, 19, a fugir de casa aos 15. O pai dela não aceitava o namoro. "Não gostava dos amigos dele, era uma galera "da pesada". Ele até me mandou passar as férias inteiras na praia para me afastar dele. Mas, na primeira vez que vim a São Paulo, saí de madrugada para ficar com ele e fomos morar juntos." Depois de um ano e meio, ela voltou para casa após uma briga por ciúmes. "Vi que meu pai tinha razão. Hoje eu me arrependo de ter fugido, não faria isso de novo", diz. O velho truque de colocar travesseiros sob as cobertas da cama para enganar a família foi o aplicado por Gilda (nome fictício), 18, há duas semanas, quando fugiu de casa para sair à noite com os amigos. "Meus pais nunca deixam, só quando é uma festa especial, e mesmo assim tenho que avisar com meses de antecedência." Quando viu que os pais estavam dormindo, arrumou a cama com travesseiros embaixo da coberta e saiu na ponta dos pés. "Curti muito, mas com medo de eles perceberem. Quando voltei, estava tudo como eu havia deixado. Ainda bem!". Danilo Eidy, 23, levava uma vida normal em Brasília há quatro anos: não tinha problemas em casa, estava na faculdade, namorava, ganhava mesada e costumava pegar o carro da mãe emprestado. "Eu simplesmente fui. Tive a idéia, arrumei a mala, comprei um guia, apontei para uma cidade qualquer e comprei uma passagem de ônibus para lá. Eu queria ver aonde o destino ia me levar." Depois de três meses circulando por cidades de Minas Gerais, trabalhando na montagem de um circo e tocando violão em bares, ele foi localizado pela família com a ajuda da polícia. Nesse dia, conversou por telefone com os pais e, a partir daí, começou a ligar outras vezes para casa. "Um dia, minha tia disse que queria me buscar, e eu aceitei. Quando ela chegou, alugou um quarto no melhor hotel da cidade e finalmente tomei um banho decente. Eu levava uma vida desconfortável, e o juízo acabou voltando. Pensando bem, era melhor estar em casa, fazendo faculdade, do que tocando violão para desconhecidos. Quando cheguei em casa, todos me abraçaram. Depois, me fizeram a pergunta que não consigo responder: "Por que fugiu?'" Para entender as causas que levam os jovens a fugir, ajudar a solucionar os casos de desaparecimento e dar suporte psicológico para essas famílias foi criado o projeto Caminho de Volta, uma parceria do Centro de Ciências Forenses da Faculdade de Medicina da USP com a Secretaria Especial dos Direitos Humanos e com o DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa). Segundo o projeto, cerca de 30 mil crianças e adolescentes desaparecem de casa a cada ano (número que inclui as fugas). Destes 80% voltam. "Estamos fazendo um estudo epidemiológico com os familiares dos jovens desaparecidos e com outras famílias do mesmo bairro e classe social para tentar descobrir quais são os motivos de fuga que dizem respeito ao próprio adolescente", afirma a coordenadora-geral Gilka Gattas. Para o psicanalista Martin Aguirre, terapeuta familiar do Instituto A Casa, as fugas na classe média e alta, em geral, são motivadas por dois fatores: dificuldade de relacionamento familiar e vontade de conquistar a independência. "O adolescente que foge tenta atingir um grau de liberdade que só é conquistado com a maturidade, pois esperar a hora certa significa ter de se submeter a diversas regras familiares e sociais." Para a psicóloga Leila Cury Tardivo, professora de psicologia clínica da USP, o problema é que essa vontade normalmente vem acompanhada da falta de consciência das obrigações que a vida adulta acarreta. "Essa sensação de não-pertencimento à família é muito comum. Mas, quando há uma fuga, isso revela uma impossibilidade de buscar o afastamento de forma mais saudável. Muitas vezes eles se expõem a perigos sem o menor preparo", diz ela. disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/folhatee/fm2803200511.htm NatashaCapital Inicial
Tem 17 anos e fugiu de casa
Às sete horas na manhã no dia errado Levou na bolsa umas mentiras pra contar Deixou pra trás os pais e o namorado Um passo sem pensar Um outro dia, um outro lugar Pelo caminho, garrafas e cigarros Sem amanhã, por diversão, roubava carros Era Ana Paula, agora é Natasha Usa salto quinze e saia de borracha Um passo sem pensar Um outro dia, um outro lugar O mundo vai acabar E ela só quer dançar O mundo vai acabar E ela só quer dançar, dançar, dançar Pneus de carros cantam Thuru, Thuru, Thuru, Thuru ( 4x ) Tem sete vidas mas ninguém sabe de nada Carteira falsa com a idade adulterada O vento sopra enquanto ela morde Desaparece antes que alguém acorde Um passo sem pensar Um outro dia, um outro lugar Cabelo verde, tatuagem no pescoço Um rosto novo, um corpo feito pro pecado A vida é bela, o paraíso é um comprimido Qualquer balaco ilegal ou proibido Um passo sem pensar Um outro dia, um outro lugar O mundo vai acabar E ela só quer dançar O mundo vai acabar E ela só quer dançar, dançar, dançar O mundo vai acabar E ela só quer dançar O mundo vai acabar E ela só quer dançar, dançar, dançar Pneus de carros cantam Thuru, Thuru, Thuru, Thuru A canção "Natasha" da banda Cpaital Inicial foi uma das faixas de maior sucesso do álbum Acústico MTV - Capital Inicial lançado em 2000, em CD e DVD. Com canções ao vivo, o disco consagrou o retorno do grupo às paradas de sucesso do rock nacional no novo milênio. Interpretação de texto 1) Quais os motivos das fugas, segundo os estudos da equipe do Instituto A Casa? 2) Os motivos apontados pelos adolescentes e jovens, que têm seus depoimentos na reportagem, coincidem com os apontados pelos estudos do Instituto? Explique. 3) Releia o trecho a seguir, observando o verbo destacado. "Segundo o projeto, cerca de 30 mil crianças e adolescentes desaparecem de casa a cada ano (número que inclui as fugas) O uso do verbo desaparecer e o comentário entre parênteses podem nos levar a pensar que nem todas as 30 mil crianças, e adolescentes fugiram de casa. Quais poderima ser outra razões de não estarem mais com suas famílias? 4) Em seu depoimento Gilda fala sobre a experiência de ter saído para uma festa sem o conhecimento dos pais. Quais podem ser os riscos de os pais não saberem onde os filhos estão? 5) A que perigos você acredita que a psicóloga Leila Cury se refere qunado declara: " Muitas vezes eles (os adolescentes) se expõe a perigos sem o menor preparo? 6) Observe um trecho da letra da canção Pais e filhos da Legião Urbana, que assim como a reportagem, explora o conflito entre pais e filhos: "Você me diz que seus pais não entendem Mas você não entende seus pais. Você culpa seus pais por tudo E isso é absurdo São crianças como você O que você vai ser quando você crescer? Legião urbana - banda de rock que surgiu em Brasília no ano de 1982 e terminou em 1996 após a morte do líder e vocalista Renato Russo. Vinda de uma geração influenciada pelo punk, é uma das bamdas brasileiras mais respeitadas pelo público e crítica e vendeu mais de 20 milhões de discos. Com letras contudentes que criticam a plítica e a sociedade, ou mais líricas que falam poeticamnte sobre o amor e a solidão, as canções da Legião, como Eduardo e Mônica e Pais e filhos, são tocadas até hoje nas rádios de todo o país. 7) o que você acha do que o eu-lírico diz? VocÊ concorda ou discorda dele? Explique o seu ponto de vista. Outra letra de canção que fala de forma bem-humorada, sobre um jovem que, assim como D.E., tem uma boa relação com seus pais. Leia a letra e discuta com os colegas.
Rebelde sem causa
Meus dois pais me tratam muito bem
(O que é que você tem que não fala com ninguém?) Meus dois pais me dão muito carinho (Então porque você se sente sempre tão sozinho?) Meus dois pais me compreendem totalmente (Como é que cê se sente, desabafa aqui com a gente!) Meus dois pais me dão apoio moral (Não dá pra ser legal, só pode ficar mal!)
MAMA MAMA MAMA MAMA
(PAPA PAPA PAPA PAPA)
Minha mãe até me deu essa guitarra
Ela acha bom que o filho caia na farra E o meu carro foi meu pai que me deu Filho homem tem que ter um carro seu Fazem questão que eu só ande produzido Se orgulham de ver o filhinho tão bonito Me dão dinheiro prá eu gastar com a mulherada Eu realmente não preciso mais de nada
Meus pais não querem
Que eu fique legal Meus pais não querem Que eu seja um cara normal
Não vai dar, assim não vai dar
Como é que eu vou crescer sem ter com quem me revoltar Não vai dar, assim não vai dar Pra eu amadurecer sem ter com quem me rebelar
Roger Moreira.
Ultraje a rigor
A banda é um marco no cenário do rock brasileiro. Criada no início dos anos 1980, em São Paulo, e liderada pelo vocalista Roger Moreira, consagrou-se nacionalemente com o álbum Nós vamos invadir sua praia que trouxe outros hits como Inútil, Mim quer tocar e Rebelse sem causa, que você leu acima.
BRIGAS ENTRE PAIS E FILHOS ADOLESCENTES"
Os adolescentes trazem em seus relatos muito sofrimento diante das freqüentes discussões que estabelecem com seus pais neste período de vida. Eles se queixam da invasão de privacidade, da autoridade, do excesso de preocupação com as drogas, sexualidade e liberdade, outros reclamam da omissão de seus pais que parecem ser permissivos, não se importando com eles.
Comentam sobre as mudanças na qualidade da relação que antes havia quando eram crianças, remetem-se ao sentimento de perda e a certo afastamento, seja afetivo ou físico.
Os pais, antes idealizados, passam a ser, aparentemente, figuras odiadas, desvalorizadas, com quem estabelecem os mais intensos confrontos. No entanto, estes sentimentos de raiva e ódio revelam a curiosa faceta da necessidade do adolescente de se diferenciar para adquirir sua própria identidade.
Esse movimento, proporcionado pelas brigas, tem como fundo, o grande mal-entendido proposto pela tarefa da educação, que visa o respeito às regras sociais e a aquisição de autonomia. Para tanto, são necessários a separação e um posicionamento e até mesmo uma contraposição perante os referenciais parentais para que ocupe um lugar.
A adolescência é uma criação da cultura, diz de um período de vida em que o sujeito refaz e reedita suas crenças, seus valores e seus modelos. Para que isso aconteça, o adolescente busca novos paradigmas em outros grupos, que não o familiar.
Os modelos lhe servirão para “testar” novas formas de existência. Assim, o jovem ingressa em grupos com crenças e códigos próprios, como os emos, os nerds, os góticos, os populares, os rebeldes, etc. Em alguns casos, esta situação pode parecer caricata e exagerada, tamanha a necessidade de diferenciação de alguns. Porém, esses grupos são funcionais, permitem a identificação com outros ideais e valores e proporcionam o sentimento de pertencimento no mundo afora.
Aos pais é importante saber que é um momento bastante delicado, mas extremamente necessário, para que o filho se torne um adulto com opiniões e pensamentos que lhe sejam próprios.
Para muitos pais é um período de intensa angústia, pois o adolescente pode ser bastante ativo no seu desejo de adquirir autonomia. Os questionamentos são freqüentes, há um conflito dos pais que querem que o filho cresça, ao mesmo tempo, em que temem as conseqüências da autonomia. Muitos pais se sentem atacados e de fato desvalorizados e sofrem pelo sentimento de que não são mais os “heróis” e “heroínas” de sua prole.
É imprescindível saber dosar e escutar o que esta fase representa, tanto para o adolescente como para os pais. A turbulência pode cegar e ensurdecer aqueles que não estão atentos, assim toda a roupagem vestida pelo adolescente pode desviar a atenção dos pais para a verdadeira razão da existência dela, que é de possibilitar um grande crescimento diante do questionamento daquilo que foi transmitindo. Há o confronto com os referenciais, pois estes existem. Questionar não significa que não tenham valor, mesmo que o adolescente diga isso.
http://www.palavraescuta.com.br/perguntas/brigas-entre-pais-e-filhos-adolescentes
Interpretação de texto
1) Levando em conta a leitura desse trechos do artigo, explique o sentido do título da letra da canção Rebelde sem causa. Lembre-se de retomar alguns fragmentos.
2) Considerando tudo o que você leu e discutiu com seus colegas até aqui, você acha que a relação entre os adolescentes e os pais ou familiares mais velhos será sempre de conflito? Explique seu ponto de vista?
3) Você já tinha pensado antes sobre o que esta fase da sua vida pode representar para seus pais? Comente a sua resposta.
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